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Integrantes da DUX comparecem ao I Congresso Internacional de Insolvência Empresarial - IBAJUD

Destaque - (29/08/2018)


 

Os integrantes da Dux Administração Judicial, Diogo Siqueira Jayme, Gustavo A. H. Cabral Filho, Alexandry Chekerdemian Sanchik Tulio, Ana Lívia Carvalho Silva e Paulo Henrique Faria, participaram do I Congresso Internacional de Insolvência Empresarial realizado pelo IBAJUD.

 

Nos dias 28 e 29 de agosto foi realizado em São Paulo, no Maksoud Plaza, o I Congresso Internacional de Insolvência Empresarial organizado pelo Instituto Brasileiro de Administração Judicial (IBAJUD). Com a presença de 56 palestrantes, organizados em 15 painéis diferentes, foram abordadas, de forma prática, as questões mais polêmicas a respeito da insolvência empresarial no Brasil e em Portugal.

 

O evento reuniu 700 participantes e contou com a presença de profissionais de 15 estados do país. Entre os convidados presentes estavam o Ministro da Agricultura, o Professor Doutor Luis Manuel Teles de Menezes Leitão, Diretor da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, a Doutora Teresa Pitorra, Advogada Sênior do Escritório Vieira de Almeida; o Desembargador Federal Professor Doutor Newton de Lucca, além de Desembargadores Estaduais, Juízes, Promotores, Advogados e Administradores Judiciais.

 

Rosely Cruz, presidente e fundadora do IBAJUD, ressaltou a importância econômica e social da Insolvência Empresarial no Brasil, cujos reflexos abalam o mercado como um todo. Rosely ainda esclareceu a missão do IBAJUD em desenvolver conteúdo teórico e prático relacionado aos processos de recuperação extrajudicial, judicial e falência, voltado a todos os operadores do direito, juízes, promotores, administradores judicias, peritos, além de disseminar conhecimento através de cursos, encontros jurídicos, congressos nacionais e internacionais.

 

O congresso, que já é considerado o maior do segmento no país, também discutiu a recuperação extrajudicial e judicial e a falência no Brasil e no exterior; levantou questões internas controvertidas, fazendo um comparativo de como o assunto é tratada em outros países; além de apontar problemas e propor soluções. Nas palavras da presidente “foi uma experiência rica e importante para o sistema jurídico da insolvência empresarial no Brasil”.

 

Para o IBAJUD, os processos de insolvência empresarial devem ser conduzidos com conhecimento de causa e, principalmente, com maturidade jurídica que permitem ao poder judiciário encontrar soluções rápidas e eficientes de forma a entregar à sociedade a devida prestação jurisdicional.

 

Um dos pontos altos do congresso foi a palestra do Dr. Eronides Santos, Promotor de Justiça de Falência do Ministério Público do Estado de São Paulo e Coordenador Acadêmico do IBAJUD, que falou da importância em disseminar as boas práticas do processo de insolvência, compartilhando conhecimento e experiência dos mais variados profissionais.

 

A presença de representantes de 15 estados brasileiros demonstra o acerto na proposta de integração nacional, aumentando a previsibilidade das ações e dos resultados almejados nos processos de insolvência. O Brasil é um mercado emergente e a forma como trata da insolvência empresarial é reconhecido internacionalmente. Por isso, é fundamental para o crescimento do país seguir debatendo, estudando e dando a atenção necessária e o cuidado que a insolvência merece, não apenas pela expertise jurídica que ela exige, mas também pela sua influência na economia e na vida das pessoas.

 

O IBAJUD é uma organização constituída sob a forma de associação, sem fins econômicos, que tem por objetivo promover a melhoria contínua na área de administração judicial, por meio de iniciativas diversas, tais como: seminários, debates, cursos de formação e reciclagem de administradores judiciais, métricas de performance, convênios, grupos de trabalho e todos os esforços que melhorem o ambiente da prestação jurisdicional da recuperação extrajudicial, da recuperação judicial e da falência.

 

Fonte: https://www.ibajud.com.br/single-post/2018/09/03/I-Congresso-Internacional-de-InsolvC3AAncia-Empresarial-reC3BAne-mais-de-700-participantes-em-SC3A3o-Paulo


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    Destaque - (03/05/2019)

  •   CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL DE CREDORES - USINA RIO VERDE LTDA.

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    Aviso - (07/03/2019)

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    Aviso - (11/01/2019)

  •   STJ declara que a execução de créditos trabalhistas constituídos depois do pedido de recuperação judicial deve prosseguir no Juízo Universal

    A 2ª Seção do STJ declarou que é da competência do juízo universal prosseguir com ações trabalhistas de crédito constituído após a Recuperação. O conflito foi suscitado por empresa em recuperação, em razão de credor que buscava executar créditos na justiça trabalhista. O STJ entendeu que, no caso de deferimento da recuperação judicial, a competência da Justiça do Trabalho se limita à apuração do respectivo crédito, sendo vedada a prática, pelo citado Juízo, de qualquer ato que comprometa o patrimônio da empresa em recuperação. Trata-se de Conflito de Competência nº 145.027 - SC, sob relatoria da Ministra Ricardo Villas Bôas Cueva.   Fonte: STJ

    Notícia - (05/12/2018)

  •   Quarta Turma do STJ admite Agravo de Instrumento contra decisão interlocutória em Recuperação Judicial

    A 4ª Turma do STJ entendeu ser cabível agravo de instrumento contra decisão interlocutória proferida em recuperação judicial, conforme pedido formulado por empresas que se encontram nessa situação. O colegiado concluiu ser aplicável ao caso, por analogia, o disposto no parágrafo único do artigo 1.015 do Código de Processo Civil de 2015. Acompanhando o voto do relator, ministro Luis Felipe Salomão, a Quarta Turma determinou que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) – que havia decidido pelo não cabimento do agravo – deve julgar o recurso, interposto contra decisão de primeiro grau. No agravo de instrumento, as empresas pretendem ser dispensadas da necessidade de depositar 40% dos honorários do administrador judicial da recuperação, bem como continuar a receber benefício fiscal concedido por programa estadual. Trata-se de Recurso Especial nº 1.722.866/MT, sob relatoria do Ministro Luís Felipe Salomão.   Fonte: STJ

    Notícia - (26/11/2018)


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